terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Não sinto.

    Não sinto nada pesado, ruim ou carregado. Só leveza. Minha superficialidade foi vazando até se resumir a nada. O ar me importa. Não, não me importa; mas é apenas o que eu sinto. Meu corpo poderia arder em fogo ou derreter em chamas; rasgar-se em sangue ou despedaçar-se até que seja apenas pó. São dores lógicas, mas não me matam de verdade. Negação. Eu gosto de sangue, eu sou um apaixonado pelo fogo. Apenas e somente eu posso entender o prazer que vejo na destruição. Está dentro de mim. Está controlando a cabeça de quem está em volta, sempre está. Eles são fracos. Eles veem destruição como dor e entram em desespero. Eu vejo destruição como força. A força de suportá-la.

6 comentários:

  1. sentimentos que poucos conhecem,e que é bem profundo...(e vc escreve bem xD)

    ResponderExcluir
  2. Gosto da forma como você escreve e coloca as palavras.

    ResponderExcluir
  3. Tenho um selo pra você =)

    http://insoniarepentina.blogspot.com/2011/01/selos.html

    ResponderExcluir
  4. A falta de expressão de algumas pessoas me impressiona, ainda bem que vez ou outra acho um blog bom, como o seu! Parabéns. gostei muito!

    ResponderExcluir
  5. "Eu vejo destruição como força. A força de suportá-la." perfeito!
    adorei todos seus textos;intensamente melodramáticos.

    ResponderExcluir